MULTICLOUD

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COMO FUNCIONA

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CAMINHO PARA O SUCESSO NA JORNADA para a nuvem

MULTICLOUD UOLDIVEO

Multicloud UOLDIVEO.

mas pode chamar de competitividade.

Garantir a estabilidade de TI sem ofender a dinâmica ágil do mercado é a base da transformação digital dos negócios. Uma abordagem Multicloud oferece mais do que flexibilidade e agilidade. Fortalece o papel estratégico da TI.

Um conjunto inédito e único de benefícios para garantir o sucesso da sua jornada para o digital

BENEFÍCIOS UOLDIVEO
BENEFÍCIOS UOLDIVEO
BENEFÍCIOS UOLDIVEO
BENEFÍCIOS UOLDIVEO

Portfólio Multicloud completo

nas nuvens

AWS, Microsoft, Google, OpenStack ou uma combinação delas.

TAXA de

câmbio fixo

sem pagamento upfront, para o consumo de produtos/serviços importados a cada ciclo de 12 meses.*

Preço agressivo

e com os menores múltiplos do mercado

faturamento no Brasil com impostos de importação e de venda.

Tabela de

serviços fixa,

com desconto progressivo

em função do volume, para todos os itens

do portfólio.

e mais

BENEFÍCIOS UOLDIVEO
BENEFÍCIOS UOLDIVEO
BENEFÍCIOS UOLDIVEO

2% de crédito sobre o valor anual de consumo de cloud

para utilização em consultoria da jornada para a nuvem.

2% de incentivo sobre o consumo de cloud

para utilização na contratação de serviços de gestão e otimização

da sua nuvem.**

Suporte

Premium dos fabricantes

para qualquer

volume de consumo.

*Não se aplica a cargas já contratadas no mesmo provedor. **Serviços contratados separadamente.

 

COMO FUNCIONA

Clique na imagem para ver nosso infográfico detalhado.

PORQUE

UOLDIVEO MULTICLOUD
  • + A nossa escala como diferencial competitivo

    A nossa escala (Grupo Folha + Grupo UOL + nossos clientes) foi amplamente utilizada para a obtenção de vantagens em qualquer negociação de compra que fizéssemos. Afinal, estamos falando de 4 datacenters que somam +26.000m2, +45.000 servidores, +18Peta de storage, +2bi de eventos de segurança correlacionados diariamente, +500km de fibra óptica e +5000 circuitos de dados distribuídos nas 7 principais cidades do país.

  • + Antes de sermos um provedor, somos um enorme consumidor de tecnologia

    Com +3.000 colaboradores dedicados ao segmento de tecnologia (infraestrutura e desenvolvimento), dos quais 2/3 dedicados aos nossos clientes, suportamos +2000 aplicações próprias rodando sobre os mais variados componentes de infraestrutura. Para dar um exemplo simples e tangível dessa dimensão, temos +14 milhões de contas de e-mail ativas (@uol.com.br + nossos e-mails corporativos + nossos clientes) das quais aproximadamente 70% utilizam uma solução (arquitetura e aplicação) proprietária. Todos os fabricantes de tecnologia veem em nós um grande cliente em potencial e nos concedem condições extremamente diferenciadas, pois o nosso “case” na adoção de algum ativo ou serviço tem uma relevância significativa.

  • + Nossos clientes são nosso principal ativo e fonte de informação

    A nossa escala em termos de uso de ativos e tecnologia é nada se comparada ao que representam nossos clientes. São +2000 clientes no segmento Enterprise e +220.000 no segmento SMB. Aprendemos todos os dias com eles. A cada dia, conseguirmos transcender a relação baseada na entrega do nosso escopo atual de entrega, para nos conectar a eles e ouvir suas estratégias, escutar suas dores e entender seus desafios de negócio, construindo o mais completo guia de desenvolvimento de produtos possível. Acima de tudo, o cliente deve ser considerado como parte indissociável da criação e evolução de um produto, seja ela qual for.

  • + A postura isenta e agnóstica deve ser usada como uma arma poderosa

    Nossa história no consumo e na venda de componentes de tecnologia sempre foi pautada por uma postura agnóstica e de isenção. Usamos o que consideramos melhor e vendemos aquilo que usamos. E usamos coisas diferentes para cada situação, sem nos prendermos a decisões no presente que não possam ser modificadas no futuro. A complexidade de um ambiente de múltiplas soluções e múltiplos fornecedores permite extrair o melhor de cada uma destas combinações e é combustível para a formação do nosso pessoal. Mais uma vez, antes de vender, consumimos. E se eu me preparo para consumir e suportar nossos próprios negócios, temos uma base sólida para compartilhar com nossos clientes. Há alguns que acreditam que isenção é vender nada de ninguém. Nossa convicção é que isenção é vender tudo de todo mundo, desde que acreditemos no uso daquela determinada tecnologia ou serviço para sustentar nossos próprios negócios. Ou seja, não importa quem é o fornecedor ou qual é a solução, ou ainda o quão agressiva é a condição comercial. Se não julgarmos a solução segura e competitiva o suficiente, não utilizaremos. E se não utilizarmos, não ofereceremos aos nossos clientes. E nos orgulhamos de que não há um só item do nosso portfólio oferecido aos nossos clientes que não seja utilizado pelas empresas do Grupo.

  • + Mesmo com 20 anos de experiência no digital, não sabemos tudo

    Há 20 anos atrás, quando mal se falava de internet, mundo digital e das vidas e coisas conectadas, o UOL nasceu como o negócio digital do nosso Grupo. Encaramos o desafio de construir esse negócio quando pouca coisa estava a nosso favor (infraestrutura, conectividade, oferta de produtos, entre outros). Precisamos desenvolver caminhos para os quais não havia referência no país e fomos precursores da adoção e do desenvolvimento de uma série de soluções inovadoras, várias das quais estão em uso até hoje (nosso publicador de conteúdo, nosso cache, nossa plataforma de e-mail, nosso gateway de pagamentos) em diversos negócios do Grupo. Até hoje, mesmo com uma infinidade de soluções comerciais prontas e talvez equivalentes, a conta não fechou para substituirmos uma parcela importante do que utilizamos por serviços terceiros, especialmente em função da nossa escala. Foi assim aliás, que nossa jornada para atendimento aos nossos clientes, com as marcas do UOLHost e UOLDIVEO começou: compartilhando o que fizemos para atender ao nosso negócio toda vez que o mercado não conseguiu atendê-lo. Mas, diferentemente daquela época em que o acesso à informação era bastante restrito e os temas que tratávamos era relativamente exclusivo, hoje é impossível desenhar qualquer estratégia ou definir qualquer ação sem mergulhar em um fluxo multidimensional de informação. Não nos impomos a missão de sabermos tudo, mas sim de sabermos onde procurar. Reforçamos nossa relação com IDC e Gartner, por exemplo, utilizando seus serviços de maneira constante e integrada ao nosso time de marketing e produtos. A participação deles em nosso Multicloud Summit, que nos encheu de orgulho com quase 2000 presentes, foi uma “face visível” dessas parcerias. Quem não conseguiu ver as apresentações deles lá, pode conferir os vídeos aqui: Gartner e IDC.

  • + Nunca buscamos estar prontos, mas devemos estar sempre preparados

    A transformação digital e a queda das fronteiras geográficas imposta pela globalização e pela adoção de tecnologias que permitem a completa dissociação do mundo físico e do mundo virtual, forçaram uma velocidade de mudança – com evolução ou com a morte – de tecnologias, soluções, produtos e players inédita para nossa indústria. Praticamente não existe mais o hoje. O amanhã é o novo hoje. Não conseguimos mais saber com certeza como será o amanhã, mas temos uma grande certeza: ele será diferente de hoje. Nesse contexto, qualquer um que se diga pronto está equivocado. É impossível estar pronto. É leviano afirmar o contrário, especialmente se tal afirmação vier de um provedor de tecnologia. Devemos sim, estar preparados. E estar preparado significa estar atento a tudo o que acontece, aos menores sinais de mudança. E, especialmente, conectado com baixíssima “latência” ao núcleo de players que protagoniza essas mudanças e inovações. Foi assim que construímos nossas alianças globais. Circulamos o mundo o ano todo, obtendo e compartilhando informação com fabricantes, clientes, investidores e até mesmo concorrentes. Somos também membros do advisory board de quase todos os importantes players do mundo.

  • +  A jornada para a nuvem é inexoráveL

    Os modelos de compartilhamento de ativos não são propriamente uma novidade. As soluções de virtualização já estão em produção estável há mais de uma década. Mas, os modelos de orquestração e abstração das arquiteturas em nuvem permitem - tanto em IaaS, PasS ou SaaS – um uso muito mais apropriado ao perfil de necessidade de cada aplicação/ambiente, com uma flexibilidade ímpar. Além disso, a agilidade no provisionamento e a capacidade de imprimir elasticidade conforme a dinâmica da demanda de cada negócio fazem das arquiteturas em nuvem a escolha certa para praticamente qualquer tipo de aplicação, exceção feita aos ambientes legado que não poderão/irão evoluir e que já conservam um perfil de demanda contínua ou sem variações significativas associado a um ciclo lento de deploy. Por isso, costumamos dizer com propriedade (rodamos quase 90% das nossas cargas próprias em ambientes virtualizados, sendo que quase 70% delas em alguma solução de nuvem) que nem toda aplicação é para nuvem e não há uma nuvem só para todas as aplicações.

  • + A nuvem pública é o destino final para a grande maioria dos negócios e aplicações

    A escala oferecida pelos grandes players de nuvem é algo imbatível. O aumento do volume de cargas/clientes suportados por eles e a concorrência franca, cabeça a cabeça, fará com que a tendência de redução de preços unitários se mantenha pelos próximos anos. O Google inovou com a bilhetagem por minuto e o modelo de sustained use discount que entrega cerca de 30% de desconto para quem usa uma máquina o mês todo. A AWS por sua vez, anunciou anteontem (dia 14/11) a 53a (isso mesmo, quinquagésima terceira) redução de preços desde a sua fundação. A Microsoft certamente irá se movimentar nas próximas semanas/meses em resposta. Nós, consumidores de tecnologia, só temos a ganhar com essa disputa, que muitas vezes ganha os contornos de uma verdadeira guerra. Precisamos é estar preparados para ela e próximos das fontes, para sabermos rapidamente o que acontecerá. De qualquer forma, é importante entender que enquanto a nuvem pública entrega uma escala impossível de reproduzir individualmente, ela praticamente não permite o atendimento de requisitos específicos (uma fortaleza das nuvens privadas) e é 100% opex, fazendo com que os investimentos ainda não depreciados sejam desprezados (aqui a combinação possível pela implementação de nuvens híbridas ganha seu espaço).

  • + Não queremos soluções prontas em busca de problemas desconhecidos

    Durante muito tempo, apostamos na criação de produtos “prontos”, construídos sobre a premissa de que um conjunto de informações coletadas na etapa de análise eram suficientes para a elaboração de casos de uso que sustentavam um determinado conjunto de features ou um empacotamento comercial específico. Conseguimos durante muito tempo uma assertividade invejável no atendimento das nossas próprias demandas e, dada a amplitude das necessidades do nosso Grupo, milhares de clientes encaixaram esses produtos como resposta às suas próprias necessidades. Mas, a despeito do tamanho da nossa base de clientes e da profusão do uso de nossos produtos e serviços, a verdade é que não acreditamos mais que esse modelo se sustentará nos próximos anos. E por isso, estamos acelerando a nossa própria transformação. Acreditamos - como consumidores e como provedores - que o caminho do conhecimento amplo, profundo, isento e agnóstico, implementado por um processo estruturado de descoberta, uso, capacitação e domínio das “peças”, independentemente de terem sido construídas por nós ou por nossos atuais ou futuros parceiros, é o mais adequado para resolver endereçar as nossas demandas e de nossos clientes. Preferimos ouvir um problema, ou um conjunto de problemas, para construir uma solução e dar escala a ela do que construir uma solução dentro de casa e bradar aos quatro ventos as características dela em busca de alguém que tenha os problemas que se encaixem. Assim, o alcance das nossas soluções não conhece mais fronteiras, nem no perfil de cliente, nem no perfil da tecnologia utilizada. A integração dessa variedade de componentes só é possível graças a uma camada de serviços gerenciados adaptados para esta realidade, pautados por processos e com uso extensivo de automação.

  • + Cada fornecedor tem a sua “verdade” e nenhuma delas é uma “mentira”.

       Mas escolhemos a verdade do cliente

    Uma parte importante da visão e dos argumentos dos principais players vem convergindo em função das demandas de seus clientes que apontam para a mesma direção: preservação de investimentos, convergência de soluções, simplicidade na gestão, adoção sem lock-in etc. Mas cada fabricante sempre terá a sua própria “verdade” – o conjunto de crenças defendidas e argumentos utilizados para sustenta-las -  e ela é definida e reformulada a partir da estrutura presente do seu portfolio de produtos e da estratégia de vendas daquele ciclo. Mas cada cliente também tem a sua verdade, só que em lados opostos. Do lado do cliente, a sua verdade é o conjunto de necessidades apontadas pelo seu negócio para um determinado ciclo e cujo atendimento pleno determinará o sucesso ou o fracasso da estratégia daquele determinado cliente. E essa é a “verdade” que deve pautar a nossa busca por soluções, lançando mão de uma análise ampla que permita até a combinação de diversas partes, talvez de diversos fabricantes/provedores, para compor a melhor entrega pela melhor condição comercial. E nossos parceiros conseguiram entender essa abordagem e colaborar. Como um exemplo, temos hoje 3 salas, uma ao lado a lado da outra, na nossa sede na Barão de Limeira em que trabalham os arquitetos e especialistas da AWS, do Google e da Microsoft que irão construir as soluções dessa campanha, dentro do fluxo do nosso UMF (UOLDIVEO Multicloud Framework).

  • + Não podemos retroceder à era “pré-outsourcing”

    Um fato curioso é que a profusão de soluções, fornecedores e provedores aumentou exponencialmente nos últimos anos, seja pela transformação de portfolio de tradicionais atores da indústria para encararem estes novos tempos, seja pela entrada de novos players. O fato é que a complexidade do processo de tomada de decisão aumentou substancialmente. São diversas empresas, com as variadas propostas de solução, nos mais distintos modelos comerciais e cada um com a sua própria “verdade” como mencionei há pouco. De certa maneira, retornamos a uma era pré-outsourcing, quando cada cliente precisava consumir uma parcela importante do seu tempo recebendo e ouvindo dezenas de fornecedores diferentes, muitos para a mesma necessidade, para depois montar um modelo de comparação que permitisse a ele avaliar os aspectos técnicos, comerciais e financeiros de cada empresa/oferta. E, na maior parte das vezes, a solução não podia ser composta em um contexto “múltiplo”, usando o melhor de cada uma. Era escolher um fornecedor e casar com ele por alguns bons anos...loucura. Assumimos dentro desse papel de facilitador da jornada, o papel de um grande integrador, a exemplo do que as empresas de outsourcing fizeram no passado, conciliando o domínio tecnológico de várias plataformas e fornecedores, com acordos globais que entregam condições diferenciadas e que melhoram em função do volume consumido/contratado. Tudo isso “amarrado” por uma camada de serviços de infraestrutura, segurança e aplicação que buscam tornar a vida do cliente mais fácil, dentro de um verdadeiro contexto de parceria.

  • + Nossa principal missão é garantir ao CIO o poder de influenciar o negócio

    Especialmente nessa era em que o domínio da informação é a chave para o sucesso da estratégia empresarial, nas mais variadas indústrias, o papel do CIO deve ser cada vez mais próximo da estratégia, colaborando para incrementar as receitas e a rentabilidade do seu negócio com o uso adequado – e muitas vezes inovador – dos componentes que a revolução tecnológica coloca à nossa disposição. Se ele não o fizer, outros executivos farão. O curioso é que outros executivos, de outras áreas, muitas vezes conseguem enxergar uma ou duas árvores, mas nunca a floresta inteira. A experiência deles é outra. A formação é outra. A rede de contatos é outra. A permeabilidade às ideias de um fabricante/provedor é maior. Isso faz com que muitas vezes o que parece uma escolha brilhante em um primeiro momento vire uma dor de cabeça tremenda no médio prazo. Mas ocupar esse espaço e estar próximo do negócio para que ele não sinta a necessidade de olhar para fora de casa em busca de soluções demanda preparo. E tempo. É imperativo, portanto, que o CIO e o time de TI possam se liberar do tático, do micro gerenciamento da entrega, da escolha operacional entre a commoditie A ou B, do estudo aprofundado do portfolio de diversos fornecedores diferentes. Para que isso aconteça, o provedor de serviços deve atuar como um integrador isento, endereçando o desafio de estar próximo ao negócio do cliente como se ele fosse o único. Por outro lado, ele precisa conseguir usar o tamanho a seu favor, para buscar as melhores condições a todo momento, defendendo a otimização constante dos custos, a defesa da estabilidade, a melhoria da performance e a garantia da segurança do ambiente de seus clientes.

ALIANÇAS ESTRATÉGICAS

Parceiros UOLDIVEO, Amazon web services, aws, google cloud platform, microsoft, openstack,

 

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